quinta-feira, 15 de abril de 2010

quantas manhãs em hélice
hão de haver
até que o corpo caia
do poema
e viva em pedra removida
nos quatro cantos
de uma janela de abril?

Um comentário:

Geraldo de Barros disse...

Angela, como é bom te ler, seguir o andar da sua poesia, nossa você vai muito longe e muito longe você leva, gosto muito dessa viagem =)

beijo,
G.