domingo, 4 de abril de 2010

jogou a moeda no poço e ela caiu-lhe nas mãos. Como esperar a palavra certa, se a voz emerge no jorro da fala? Não se entra na vida ao nascer. Era invenção a cada outro.
E levantou-se, como o mar se ergue para alcançar o sol.

2 comentários:

literalmente disse...

lindo

meu novo blog
de uma olhada

Geraldo de Barros disse...

seus poemas estão cada vez mais intensos e abrangentes, lindo mesmo

=)

beijo,
Ge.