quarta-feira, 3 de março de 2010

quando a fala encosta na chuva
o silêncio da poça aparece

6 comentários:

Geraldo de Barros disse...

me tirou o ar, Angela, lindo!

beijo.

Anônimo disse...

quando vai parar de alcançar o melhor! demais, Ângela.

Felicidade Clandestina disse...

encantada com seus escritos.


abraços querida :)

Anônimo disse...

não existe caminho do meio,
só o paroxismo lírico da Poesia
bjs.POETA

FLÁVIO VIEGAS AMOREIRA
flavioamoreira@uol.com.br

Anônimo disse...

´´Nesse caso o matiz exprime a cor. A palavra de um poeta , já que ele toca o ponto exato, sacode as camadas profundas de nosso ser´´
BACHELARD fala dum exatidão ´imprecisa´: tua poética desloca-se: ´´ A FLOR FICA SEMPRE NA SEMENTE´´...em estado de semente , germinas onde mal pressentes, Ângela..... bjs.
FLÁVIO VIEGAS AMOREIRA

rodybmfouto disse...

lindo. um hai kai?