terça-feira, 16 de março de 2010

Abri a porta de casa. A fala jorrava a biografia por entre as juntas. Já não podia desdizer-me. Não portava nada. Era estado único. Olhos nos olhos do corpo original.

4 comentários:

Geraldo de Barros disse...

Que incrível Angêla, sempre que venho aqui me surpreendo com sua poesia, lindo!

Beijos,
Geraldo.

Anônimo disse...

Minha! Linda!

beijo,
CL.

Anônimo disse...

´´o corpo original apartado de mim
no sonho esquece o desaprendido
volta-me em alma
não consinto ser olvidado em nome do mundo....´´

- para vc. Ângela

flavioamoreira@uol.com.br

jéssica e maurício da silva disse...

angela!
tudo tão bonito por aqui...


abraços!!